Que a força esteja com você
Projeto vunerabilidades: Tarefa 4

Introdução:

 A Tarefa 4 traz um desafio, relacionado às atuais preocupações mundiais sobre recursos intrínsecos a nossa existência, destacando no caso um dos mais importantes para toda e qualquer forma de vida conhecida: a água. A situação hipotética apresentada, que muitos dizem poder se concretizar caso nossos hábitos de consumo e desperdício não mudem, era a de um mundo com escassez de água potável. Nosso desafio, então, era produzi-la, a partir de materiais que podem ser encontrados em casa, no cotidiano.

Materiais Utilizados:


Solução de Soda Cáustica (NaOH)

Solução de ácido clorídrico

Recipiente para reação (béquer, erlenmeyer, copo, ou similares)

Tubo conector (para conduzir vapor de água de um recipiente até o outro)

Recipiente de condensação (para retornar a água ao estado líquido)

Material de selagem dos recipientes (para garantir que o vapor d’água não escape durante o processo).

Fonte de calor (para começar a ebulição da solução produto da reação)

Líquido frio (resfriar o tubo e promover a liquefação/condensação do vapor de água)


Procedimento Experimental: Explicação teórica e prática

O projeto desenvolvido pelo grupo consistiu em um princípio de neutralização do PH de uma substância. Esse processo ocorre quando soluções básica e ácida são misturadas, devido aos seus íons característicos (cátion de Hidrogênio, ou H+, e ânion OH-), que tem a tendência de se dissociar das moléculas da substância que os contém. Quando ambas são misturadas, H+ e OH- se atraem e combinam, originando uma molécula de água com carga neutra. Isso é possível com quaisquer duas substâncias que possuam a capacidade de dissociação em relação a estes dois íons. Temos então, uma reação de dupla substituição entre as substâncias reagentes. No exemplo de nosso trabalho, que utilizou solução de Soda cáustica (NaOH) e solução de Ácido Clorídrico (HCl), obtivemos a seguinte reação:

HCl(aq) + NaOH (aq) à NaCl (s) + H2O(l)

A reação, portanto, tem como subproduto uma solução com sal de cozinha puro (NaCl) diluído em água, com Ph neutro (=7), se forem usados as quantidades corretas de cada reagente, sem contaminação ou com esta sendo desprezível. É importante enfatizar o fato que o processo, apesar de ter utilizado soda cáustica e ácido clorídrico, elemento não comumente encontrado na natureza, e apenas em lojas específicas de química, o processo pode ser extrapolado para outros reagentes. Por exemplo, usando o ácido do suco de laranja com NaOH, que é mais comumente encontrado em lares, como produto de limpeza, obteremos resultado semelhante: uma solução com uma substância diluída em água.

Após a reação, porém, ainda temos um problema para resolver. O sal presente na água faz com que ela esteja imprópria para consumo. É necessário então, por último, destilar a solução, de modo a separar as substâncias e obter o precioso líquido puro, ou muito próximo deste estado. Mas é indispensável fazer uma observação: tanto a água destilada em estado líquido obtida quanto o sal sólido são impróprios para consumo, pois necessitam do acréscimo de outros elementos para que não causem danos ao organismo.

Etapas do processo:

1º: Meça os volumes das soluções a participarem da reação, usando como referência a quantidade de matéria dos reagentes.

2º: Misture-os dentro do primeiro recipiente, agitando levemente para ter certeza que a reação será completa.

3º: Posicione o tubo no centro do recipiente, sem tocar o líquido, lacrando o último de modo que o tubo seja a única saída do conteúdo. Para facilitar, é possível usar um funil no topo, fixando-o ao tubo e ao recipiente, sem deixar espaço para o ar sair pelas frestas.

4º: Faça o mesmo com o recipiente receptor, onde a água, já condensada, será coletada.

5º: Coloque o recipiente com a solução no fogo, para aquecê-la até entrar em ebulição, e o vapor de água passar pelo tubo até o coletor.

  Obs: Não se esqueça de passar um jato contínuo de líquido frio para resfriar o tubo, ou o vapor não irá condensar-se. Também contribui para o sucesso do processo a imersão do recipiente coletor em gelo ou líquido gelado.

Imagens do Processo:


 


Conclusão:

A tarefa causou um processo reflexivo nos integrantes do grupo. Apesar de utilizar princípios simples, grande esforço e trabalho foram empenhados para o sucesso do experimento. Apesar disso, só conseguimos gerar uma pequena quantidade de água, alguns mililitros, usando reagentes com razoável eficiência. É inimaginável uma situação onde seria necessário reproduzir esse experimento em grande escala para suprir uma necessidade em nível mundial. Além disso, ainda se faria necessário o acréscimo de outras substâncias ao produto obtido, garantindo que fosse próprio para consumo. Assim, chegamos a uma grande conclusão: é indispensável, a partir do presente momento, mudar a consciência da população mundial em relação ao uso da água. Nossos hábitos de consumo, atitudes de poluição, desperdícios, estão simplesmente acabando com nossos estoques. É um fato que o ciclo da água, mesmo com o mau uso e atitudes incorretas, não será quebrado: a quantidade do líquido no planeta é sempre constante, apesar de estar distribuída em suas várias fases: sólida, líquida e gasosa. E é aí que jaz a verdadeira preocupação. Cerca de 97,5% do total no planeta encontra-se na variedade salgada, imprópria para consumo. Dos 2,5% restantes, a variedade doce, estima-se que 69% estejam nos pólos e em geleiras pelo mundo, e 30% em lençóis freáticos subterrâneos. Isso significa que apenas 1%, aproximadamente, da água do mundo está disponível para nosso consumo no cotidiano, presente em rios e lagos de água doce. É com isso que devemos prestar atenção. Ter água não é sinônimo de poder aproveitá-la, não significa que ela é potável e própria para consumo. Quanto antes agirmos, maior vai ser a chance de reduzir os efeitos de uma seca devastadora em escala mundial – do qual já temos notícia dos primeiros efeitos, visto que países ao redor do globo não disponibilizam de água suficiente para sua população e garantia do modo de vida.

                Após pesquisas, achamos alguns exemplos curiosos de como seres vivos conseguem fazer do impossível possível para obter o precioso líquido, nos ambientes mais inóspitos à vida imagináveis, por exemplo, os camelos e algumas espécies de lagartos adaptados a ambientes desérticos, onde podem passar de dias a alguns meses com fontes insuficientes de água. A partir da queima de gordura e carboidratos obtidos pela alimentação, moléculas de água são obtidas e, prontamente, utilizadas em outros processos vitais imediatos. Bactérias aeróbias, em ambientes comumente inapropriados, também produzem H2O por meio de seus processos do metabolismo, garantindo além da sua própria, também a sobrevivência de outros seres que dependam dela. A chamada água metabólica é um dos mecanismos de adaptação mais incríveis e mostra a perspicácia da própria evolução para conseguir suprir a necessidade mais básica de todos os seres conhecidos. Humanos, porém, não podem utilizar este procedimento, visto que só produzimos cerca de 0,3 litros diários, com uma dieta apropriada, quantidade que mal se aproxima do mínimo de 2 litros diários recomendado.

                Cuidemos da água enquanto há tempo, recursos e esperança, pois, sem ela, sem vida. Não só para nós humanos, mas também para incontáveis espécies.

Segundo a notícia publicada pelo jornal “O Globo”, há um projeto de lei em tramitação na câmara dos deputados que dá recompensa a quem denunciar qualquer tipo de esquema de corrupção. O que mais impressiona é o valor do “prêmio”: pode chegar a R$54,5 mil. Mas será que essa seria a solução mais viável?

Como toda a população já cansou de saber, as práticas corruptas entre políticos vem se tornando cada vez mais frequente para os olhos da população, com a mídia sempre anunciando. Já que o interesse de cada um dos corruptos que lá está é apenas o lucro, por que não dar o que ele quer se ele fizer o certo? Uma hora talvez acabaremos com essa praga que afronta a política brasileira. Com certeza, se for aprovado, terão muitos processos correndo e muita desordem acontecendo, mas a medida, na minha opinião, seria uma excelente forma para que aos poucos a corrupção vá fazendo cada vez menos parte da realidade do nosso país, para que o brasileiro possa resgatar o patriotismo em cada um ter fé de um Brasil melhor.

(Para acessar o link da notícia basta clicar no título do post)

Mateus Brixi 

Distúrbio do Colapso das Colônias: Um alerta

 Recentemente houve no colégio uma palestra ministrada pelo estudioso ambientalista Roberto Lenox. Foram apresentados por ele temas relacionados ao meio ambiente, alertando-nos sobre a sua atual situação: se não conseguirmos reverter o processo de destruição acarretado pela poluição e consumo excessivo do ser humano, até o final do século, há a possibilidade de que a raça humana seja extinta. Um dos pontos abordados por ele para justificar essa importância é o desaparecimento de inúmeras espécies de abelhas. Coincidentemente, dois membros do grupo, Lucas e Mateus, fizeram um artigo abordando o tema ano passado. Aqui está o trabalho:

Distúrbio do Colapso das Colônias:

O que é e qual a sua importância

André Xavier Bandeira

Lucas Magno Dantas Ramos

Mateus Dantas Brixi

Pedro Tostes

Vitor Joffily de Azevedo

9º Ano – EF II

Colégio Marista de Brasília – DF

Resumo:

 O trabalho tratará do fenômeno conhecido como DCC (Distúrbio/Desordem do Colapso das Colônias), caracterizado pelo desaparecimento de diversos gêneros de abelhas domésticas, abandonando suas colônias deixando a abelha-rainha para trás, que atingiu seu ápice no inverno dos anos de 2006 e 2007, na Europa e nos EUA (Estados Unidos da América), respectivamente. Será também incluída uma lista das causas prováveis do fenômeno, que incluem, mas não se limitam a: ação de patógenos; problemas genéticos; intoxicação por pesticidas. Além disso, será feita uma análise do ponto de vista econômico e biológico das consequências do fato, considerando possíveis cenários hipotéticos onde há uma intensificação do fenômeno ou uma ampliação de seus efeitos. Como conseqüência primordial está listada: diminuição da atividade polinizadora devido à diminuição da população de abelhas, fato que acarreta uma série de problemas na economia mundial e pode provocar uma reação em cadeia no meio ambiente. Também estará incluída uma reflexão sobre a importância do estudo desses fenômenos e a divulgação deste conhecimento por meio de artigos, levando em consideração a falta de conhecimento que temos quando o assunto é o planeta Terra e toda a biodiversidade que nele habita.

Palavras-chave: DCC, abelhas domésticas, polinização

Introdução:

  Todos conhecem as abelhas, os famosos artrópodes que produzem, entre outros, o mel, a cera e habitam em colmeias espalhadas por vários lugares do globo. Porém, será que todos realmente sabem a verdadeira importância delas? Albert Einstein, o famoso físico alemão, segundo alguns, uma vez disse: “Se as abelhas desaparecessem da face da Terra, a espécie humana teria apenas mais quatro anos de vida” (Tracy Wilson, 2007).

  Ao longo desse artigo, serão analisadas as implicações do desaparecimento das abelhas, que foi observado em algumas colônias domésticas.

  Serão listadas as principais causas prováveis do fenômeno, conhecido na comunidade científica como DCC (Distúrbio/Desordem do Colapso das Colônias), explicando-o junto aos prováveis fatores que o acarretam. Também serão indicadas detalhadamente as consequências desse fato, considerando a economia global e a biosfera, dando destaque aos seus efeitos na cadeia alimentar e seu impacto na humanidade.

  A partir da explicação do fenômeno, também será feita uma análise da importância do estudo de assuntos similares no contexto do mundo atual.

  Por fim, serão levantadas algumas possibilidades para tentar reverter os danos que serão causados por uma possível extinção das abelhas domésticas, considerando também o cenário da extinção das abelhas selvagens, tentando também prever como poderá afetar o futuro próximo, tanto direta quanto indiretamente. Veja a seguir:

 O que é DCC?

  DCC (Distúrbio/Desordem do Colapso das Colônias) é como ficou conhecido um fenômeno noticiado desde 1972, mas que ganhou grande proporção atualmente. Ele é caracterizado pela morte de uma colônia de abelhas, normalmente domésticas (criadas pela prática de apicultura), segundo algumas características definidas:

 ◙ A presença de favos tampados nas colônias abandonadas (normalmente as abelhas não abandonam a colméia até que todas as larvas, em forma de pupa, tenham maturado e saído dos favos);

 ◙ A presença de mel e pólen nas reservas da colmeia que não é roubado por outras abelhas, e demora um tempo consideravelmente maior para ser ingerido por parasitas, como o Aethina túmida;

 ◙ A presença da rainha na colméia (se a rainha não estiver presente, o abandono da colmeia é justificado e não é tratado como DCC).

  (Obs. Alguns outros sintomas como a diminuição considerável do número de abelhas operárias na colmeia e a composição dessa classe por operárias muito jovens às vezes podem ser observados em colônias que sofrem DCC.)

  O DCC se manifesta principalmente durante o inverno, amplificando as perdas já naturais de 15 a 25% da população para, normalmente, acima de 30%. Seu ápice foi observado nos Estados Unidos, em 2007, onde, em alguns estados, aproximadamente 70% da população de abelhas haviam morrido. O fenômeno também foi evidenciado na Europa em 2006. Um exemplo foi à anormal morte de aproximadamente 40% na Alemanha sem explicação científica, apesar do número de casos de DCC não ter sido confirmado. Em 2009, as perdas no inverno nos EUA foram de aproximadamente 28,6% da população, sendo apenas 15% creditado ao DCC. Atualmente, porém, o fenômeno parece ter voltado a crescer, com morte de aproximadamente 33,8% da população durante o inverno de 2010, sem uma proporção do número de casos de DCC estimada deste total.

Quais são as causas desse fenômeno?

  Os pesquisadores ainda não conseguiram determinar a causa exata, embora haja várias suspeitas. As mais discutidas estão a seguir:

 ● Problemas de nutrição: Uma maioria gigantesca das colônias afetadas pelo distúrbio apresentou algum tipo de problema de alimentação antes do desaparecimento. Segundo pesquisadores, o estresse alimentício deve-se, provavelmente, às técnicas de apicultura, como alimentar as abelhas com glicose concentrada extraída de alguns vegetais, como o milho. Essa prática pode acarretar uma diminuição do sistema imunológico da abelha, deixando-a mais sensível a infecções;

 ● Patógenos e pestes: Alguns tipos de vírus, como o Vírus Israelense da Paralisia Aguda e o Vírus da Deformação de Asas, que causam atrofia nas asas das abelhas infectadas e subsequente paralisia, foram isolados em algumas abelhas encontradas. De acordo com os pesquisadores, as abelhas foram infectadas pela ação de pestes como ácaros, destacando-se o Varroa destructor, que parasita abelhas operárias adultas e inibe seus sistemas imunológicos, ao mesmo tempo em que as infecta com diversos tipos de vírus, principalmente com os dois citados;

 ● Intoxicação por pesticidas: Foram evidenciados em algumas colônias abandonadas níveis anormais de substâncias tóxicas encontradas em pesticidas, o que explicaria o motivo de as colmeias não serem ocupadas por outros insetos, e de o mel armazenado não ser consumido.

 ● Mutações: Outra causa provável é algum problema no desenvolvimento da rainha, que estaria transmitindo algum tipo de dano genético às operárias, causando uma mutação em seu sistema de orientação e vôo;

  Apesar de tantas causas, nenhum estudo conseguiu apontar uma causa definitiva para o problema, constituindo então um mistério. A explicação mais aceita pela comunidade científica é que na verdade o DCC seria causado pela ação conjunta de vários fatores, tais como os que foram citados acima.

 

Por que é importante estudar fenômenos desse tipo?

  É necessário estudar fenômenos como o DCC para que se possa compreender mais profundamente o nosso planeta, entendendo seus mecanismos naturais e como eles se relacionam entre si, podendo prever então suas consequências e tentar preveni-las. Isso é de vital importância para que a humanidade possa preservá-lo.

  Atualmente, porém, a maior parte das descobertas e discussões está concentrada em áreas como o universo e o mundo subatômico. Se tivermos estudos direcionados para áreas da biologia, normalmente são pesquisas sobre o genoma humano ou assuntos similares, dentro do tema saúde. Compreender como as coisas funcionam, de onde viemos, como combater doenças e assuntos como esses realmente é algo importante e vital para o desenvolvimento do conhecimento humano. Porém, o estudo de fenômenos e da vida dentro do nosso planeta deveria ser pelo menos tão valorizado quanto os estudos citados anteriormente, visto que qualquer alteração neste pode fazer com que não vejamos o amanhã outra vez. Talvez já possamos ter chegado ao estado onde sabemos mais sobre o universo e os mundos microscópicos do que sobre o ambiente a nossa volta. O estudo de fenômenos como o DCC também é vital para renovar nosso interesse sobre o nosso próprio lar, visto que ainda há tantas coisas que a ciência desconhece sobre ele.

 

Quais são as consequências dele?

  O DCC poderia resultar na extinção das abelhas domésticas, se sofrer alguma intensificação. As abelhas domésticas são as maiores produtoras de mel, sendo, portanto, essa a primeira conseqüência: diminuição na produção do mel comercial. Apesar de alguns efeitos sobre a economia mundial, isso não seria algo realmente, impactante, certo? Errado. A principal função das abelhas, tanto na biosfera quanto na economia, é a função de polinizador: transportar o grão de pólen (contém a célula gamética) da antera (parte masculina da planta que produz o pólen) para o estigma (parte feminina que conduz o pólen até o carpelo, o “óvulo” das plantas).

  Para se ter uma noção do impacto da diminuição súbita das abelhas domésticas, elas são responsáveis por polinizar e manter o desenvolvimento de plantações monocultoras dos EUA, sendo responsáveis indiretamente por 15% da produção agrícola do país. Também se deve considerar que são as principais responsáveis por alimentos usados para alimentar criações de animais, podendo representar um percentual de influência ainda maior.

  Se considerarmos a cadeia alimentar, o impacto ainda seria mais desastroso, já que elas têm uma influência grande na reprodução de vários produtores, que provavelmente sofreriam uma diminuição de sua população com a diminuição do número de abelhas, acarretando um efeito em cadeia (consumidor primário sofreria com escassez de alimento, tendo uma diminuição na sua população, que causaria impactos na alimentação do consumidor secundário e assim por diante). Mesmo em uma teia alimentar, seria possível observar os efeitos de tal fenômeno, pois os produtores polinizados pela abelha estão no primeiro nível trófico, formando a base de uma cadeia ou teia alimentar.

 

Como seria possível reverter os efeitos de uma possível extinção das abelhas domésticas caso o DCC fosse intensificado?

  Quanto aos efeitos na biosfera, provavelmente haveria uma diminuição na população de vários animais, mas muito dificilmente conseqüência mais séria, pois outras espécies de abelhas e outros agentes polinizadores poderiam evitar o risco de extinção dos gêneros de produtores que são sofrem mais a ação da polinização. Quanto aos efeitos à economia, porém, seria necessário a implementação de alguma técnica artificial de polinização, pois as abelhas domésticas são as principais responsáveis pela polinização de plantações de monocultura voltadas para a exportação no mundo todo. A grande baixa na produção agrícola também teria seus efeitos nas criações, pois diminuiriam a quantidade de matéria prima usada em rações. Apesar de serem possíveis tentativas de criação de abelhas selvagens como a Xylocopa virginica em grande escala, elas dificilmente teriam sucesso, pois as abelhas domésticas, como a Apis, são muito mais eficientes na coleta de pólen. Outro fator é que as abelhas selvagens não têm a mesma organização social que as domésticas, não formando colônias, sendo, portanto, mais difíceis de serem criadas e transportadas.

O que aconteceria à raça humana se as abelhas fossem extintas?

  Não se pode ter certeza, mas com certeza haveria uma queda extrema em vários gêneros agrícolas e no número de animais nas criações, visto que as abelhas selvagens também são responsáveis pela polinização de muitos vegetais. No pior cenário possível, o mundo poderia entrar uma profunda crise, com a necessidade de comida superando a capacidade de produção de alimentos, causando fome em escala mundial.

  Outro aspecto que deve ser citado é um possível aumento da poluição do ar, já que gêneros como, principalmente, o milho, que é usado em larga escala nos EUA (um dos países que mais poluem com combustíveis fósseis no mundo) para a produção de biocombustível, depende da apicultura para obter uma boa safra.

 A economia também sofreria muitos danos, já que haveria uma quantidade menor de matéria prima, acarretando uma diminuição das atividades industriais e uma diminuição da exportação de determinadas nações, podendo chegar a um cenário de crise econômica, que se alastraria devido à interdependência econômica que caracteriza a globalização atualmente.

Considerações finais:

 A partir do trabalho, conclui-se que as abelhas domésticas têm um papel muito importante devido à sua função de polinizador, tanto sob o ponto de vista econômico quanto sobre o ponto de vista biológico. O DCC (Distúrbio/Desordem do Colapso das Colônias), apesar de ainda não representar uma verdadeira ameaça, deve ser estudado cuidadosamente, para que se possa prevenir um desastre no futuro, que pode acarretar desastrosas conseqüências sobre a humanidade e, no pior cenário possível, causar uma mudança no nosso modo de vida.

 Também se pôde concluir que, apesar de tanto progresso e evolução na ciência através das eras, ainda sabe-se muito pouco sobre o nosso próprio planeta e as criaturas que nele habitam, visto que o DCC, evidenciado desde 1972 e estudado minuciosamente desde 2007 ainda constitui um mistério para a comunidade científica em sua essência. Levando em conta as descobertas recentes noticiadas pela mídia, podemos até mesmo dizer que sabemos mais sobre o mundo subatômico e o universo do que sabemos sobre o nosso planeta e a vida que habita nele. Estamos tão preocupados sobre assuntos como a origem do universo, viagens interplanetárias e a colonização de outros planetas e satélites naturais que nos esquecemos do agora e da situação do nosso próprio planeta. Desmatamento, aquecimento global, poluição e mais uma gama de problemas estão ocorrendo, e se tem uma boa hora para preocupar-se com o que está à nossa volta, essa hora é agora. Por meio deste trabalho, estamos dando nossa contribuição, divulgando um dos problemas que ocorrem no presente na Terra, chamando a atenção de qualquer um que se interesse a lê-lo, lembrar às pessoas que existem coisas com o que se preocupar perto de nós e, se não tomarmos uma atitude, podemos sofrer as consequências bem antes do que se imagina.

          Todos nós, por meio dos mais diversos instrumentos de comunicação, estamos sabendo dos problemas ambientais que afligem a população mundial e o planeta como um todo, certo? Errado. A mídia está corrompida por aqueles que desejam a ignorância do cidadão em relação à verdadeira situação que vivemos, assim tornando-nos alienados e inconscientes. Esse fato se justifica pela ganancia de empresas que seriam forçadas a deixar de lado sua cultura ao lucro máximo a partir da degradação ambiental. A SOS Clima Terra alerta sobre isso e convida a todos para participarem da “MARCHA MUNDIAL POR JUSTIÇA CLIMÁTICA,SUSTENTABILIDADE E CONTRA O AQUECIMENTO GLOBAL”, uma marcha pacífica que pretende democratizar as decisões cruciais para o futuro do planeta.
          Se queremos salvar o mundo, a hora é agora. Caso contrário, será tarde demais.
Mateus Brixi

          Todos nós, por meio dos mais diversos instrumentos de comunicação, estamos sabendo dos problemas ambientais que afligem a população mundial e o planeta como um todo, certo? Errado. A mídia está corrompida por aqueles que desejam a ignorância do cidadão em relação à verdadeira situação que vivemos, assim tornando-nos alienados e inconscientes. Esse fato se justifica pela ganancia de empresas que seriam forçadas a deixar de lado sua cultura ao lucro máximo a partir da degradação ambiental. A SOS Clima Terra alerta sobre isso e convida a todos para participarem da “MARCHA MUNDIAL POR JUSTIÇA CLIMÁTICA,SUSTENTABILIDADE E CONTRA O AQUECIMENTO GLOBAL”, uma marcha pacífica que pretende democratizar as decisões cruciais para o futuro do planeta.

          Se queremos salvar o mundo, a hora é agora. Caso contrário, será tarde demais.

Mateus Brixi

Interview with Renato Russo

Today we’ll interview one most influence artists of brazilian pop rock music, Renato Russo, leader of the band Legião Urbana.

INTERVIEWER: When and where were you born?

RENATO RUSSO: I was born in Rio de Janeiro on march 27th of 1960.

INTERVIEWER: Really? I have to admit I thought you were born in Brasília!

RENATO RUSSO: Most of people think that way because of my lyrics, that make lots of references to the city.

INTERVIEWER: And why do you compose so many songs about the city?

RENATO RUSSO: Well, even though I lived in other cities, none of them captivated me so much like Brasília does, the best years of my youth were spent there.

INTERVIEWER: Why did you start to dedicate yourself to music?

RENATO RUSSO: Since I was a child, I wanted to becomea musician. After I had a disease, I realised that I coudn’t  wast time anymore and had to persue my dream.

INTERVIEWER: How was Legião Urbana formed?

RENATO RUSSO: It all started after I met Dado Villa-Lobos and Marcelo Bonfá. We had good chemestry and decided to play together. Our first name was Abortos Elétricos.

INTERVIEWER: Do you think of yourself as an idol?

RENATO RUSSO: No, for all this time I’ve been playing, I can’t say I’ve just been myself, playing my music and spreading my messages.

INTERVIEWER: Leave a message to your fans.

RENATO RUSSO: It’s needed to love the people like there’s no tomorrow. Because if you stop to think, there is notruth at all to say.

Lucas Magno, Vanessa, Mateus Brixi.

Projeto Vulnerabilidades

  Neste último trimestre de 2011, nos foi proposto um trabalho diferente do usual, que integrava as matérias de física, química e educação física. O foco do projeto era a noção de segurança pública e do papel que cada um pode desempenhar durante uma situação de emergência, culminando no eventual salvamento de vidas. Acompanhamos, então, palestras e explicações sobre medidas de primeiros socorros, destacando técnicas dos bombeiros e focando na eficiência e no heroísmo destes funcionários da sociedade. Trabalhamos também com a análise, de ponto de vista químico e físico, de alguns instrumentos que auxiliam em um salvamento.

  Pensando na importância da divulgação de tudo o que foi aprendido, nos próximos dias faremos posts das tarefas que integraram o projeto, tentando conscientizar as pessoas que este conhecimento, em situações de emergência, pode ser a diferença entre a vida e a morte para uma vítima ao seu lado.

 _A partir do dia 8 até o dia 25 de novembro, ocorrerá uma exposição de fotografias na Câmara dos Deputados, “Mulher, negra mulher”. O motivo da exposição me chamou muita atenção: um dos organizadores trabalha como voluntário em uma favela no Rio de Janeiro. Ao conversar com garotinhas que moram lá ele perguntou “O que vocês querem ser quando crescerem?”, não houveram muitas respostas, não há muitos objetivos para vida no local. Basicamente a mulher negra da favela espera virar uma doméstica e, com sorte, ser mulher do traficante da favela. No Brasil, ser negro tem uma associação com pobreza, e nem mesmo nas periferias (onde é concentrada a pobreza do país) essas mulheres têm valor. O traficante da favela, que é quem tem mais poder por poder oferecer proteção, prefere estar ao lado de uma mulher branca e diz que isso se deve ao fato de sentir-se mais poderoso desse jeito, enquanto isso a mulher negra vira um objeto de apenas sexo despreparado e trabalho de casa. Apesar de parecer absurdo viver em uma realidade assim, elas se sentem bem, acreditando que essa é sua função social. Esse preconceito induzido e disfarçado tem sido um assunto muito discutido nas aulas de sociologia, religião, história e português, devida sua importância.
 _A exposição foi montada com fotografias de 160 mulheres negras do Rio de Janeiro que ascenderam na vida, obtiveram sucesso vindas das mais variadas áreas, favela ou não. O objetivo é fotografar 500 mulheres no Brasil, incluindo as mulheres que estão no poder em Brasília, podendo assim, mostrar àquelas pequenas garotas da favela que elas podem sim pensar em ser algo mais na vida.
 _Orgulhosamente, aproveito a deixa para comentar que minha mãe, Maria Ottília, foi convidada para participar da exposição com três telas de pintura. As telas são mandalas que representam orixás femininos do Candomblé, o que mostra a feminilidade e as raízes africanas das negras brasileiras.
 _Todos temos que reconhecer nosso valor nunca se submetendo a ninguém.
Vanessa Canato

_A partir do dia 8 até o dia 25 de novembro, ocorrerá uma exposição de fotografias na Câmara dos Deputados, “Mulher, negra mulher”. O motivo da exposição me chamou muita atenção: um dos organizadores trabalha como voluntário em uma favela no Rio de Janeiro. Ao conversar com garotinhas que moram lá ele perguntou “O que vocês querem ser quando crescerem?”, não houveram muitas respostas, não há muitos objetivos para vida no local. Basicamente a mulher negra da favela espera virar uma doméstica e, com sorte, ser mulher do traficante da favela. No Brasil, ser negro tem uma associação com pobreza, e nem mesmo nas periferias (onde é concentrada a pobreza do país) essas mulheres têm valor. O traficante da favela, que é quem tem mais poder por poder oferecer proteção, prefere estar ao lado de uma mulher branca e diz que isso se deve ao fato de sentir-se mais poderoso desse jeito, enquanto isso a mulher negra vira um objeto de apenas sexo despreparado e trabalho de casa. Apesar de parecer absurdo viver em uma realidade assim, elas se sentem bem, acreditando que essa é sua função social. Esse preconceito induzido e disfarçado tem sido um assunto muito discutido nas aulas de sociologia, religião, história e português, devida sua importância.

_A exposição foi montada com fotografias de 160 mulheres negras do Rio de Janeiro que ascenderam na vida, obtiveram sucesso vindas das mais variadas áreas, favela ou não. O objetivo é fotografar 500 mulheres no Brasil, incluindo as mulheres que estão no poder em Brasília, podendo assim, mostrar àquelas pequenas garotas da favela que elas podem sim pensar em ser algo mais na vida.

_Orgulhosamente, aproveito a deixa para comentar que minha mãe, Maria Ottília, foi convidada para participar da exposição com três telas de pintura. As telas são mandalas que representam orixás femininos do Candomblé, o que mostra a feminilidade e as raízes africanas das negras brasileiras.

_Todos temos que reconhecer nosso valor nunca se submetendo a ninguém.

Vanessa Canato

Videira

Videira

Características 

Videira é a cidade do vinho, das aves, dos suínos e é o berço da Perdigão. Com sua gente simples e hospitaleira, oferece a pacata rotina de uma cidade naturalmente bela e cheia de surpresas. 

Data de fundação - 1° de março de 1944. 
Data festiva - Fevereiro (Vindima), julho (Concurso Estadual do Vinho) e agosto (Vidirafest). 
Principais atividades econômicas - Cerca de 75% do movimento econômico do município decorrem da criação e abate de aves e de suínos. A fruticultura, o fumo e o gado leiteiro também são destaque, juntamente com os grãos. 
População - 41.543 habitantes. 
Colonização - Italiana e alemã. 
Principais etnias - Italiana. 
Localização - Meio-Oeste, a 400km de Florianópolis. 
Área - 360km2. 
Clima - Temperado, com temperatura média entre 10ºC e 20ºC. 
Altitude - 750m acima do nível do mar. 
Cidades próximas - Tangará, Pinheiro Preto, Fraiburgo, Salto Veloso.



História 

A colonização de Videira iniciou-se em 1918, na então Vila do Rio das Pedras. Em 1921, para atrair novos colonos, mudou o nome para Perdizes. A instalação oficial do município aconteceu em 1944 e o nome Videira deve-se ao fato de a região ser um grande centro vitivinicultor do Estado. Conta-se que já em 1913, antes mesmo da fixação dos primeiros colonizadores, foi colhido um cacho de uvas pesando 1,3kg. O avanço dos parreirais deu origem à primeira Festa da Uva, em 1942. Desde então, o evento é o mais importante do calendário municipal. Videira também é o berço da Perdigão, empresa responsável pelo desenvolvimento da cidade.


Turismo 

A maioria dos atrativos turísticos de Videira está ligada ao vinho, como o Museu do Vinho, onde se reproduz exatamente a forma de produção do vinho na época da colonização. A Estação do Vinho é uma das mais completas lojas de vinho do Estado e um lugar ideal para encontrar os amigos degustando pães e vinhos de qualidade. A Estação possui mais de 100 variedades de vinhos, nacionais e importados, incluindo todos as variedades regionais. Nas localidades do Interior, o inconfundível estilo italiano revela-se nas casas grandes e quadradas, com telhados em quatro águas, onde no porão sempre há uma pipa de vinho reservada para o consumo diário. Comumente, nessas casas também se fabrica o vinho artesanal e o turista que passa pela cidade não pode deixar de experimentá-lo. Vá também às praças Nereu Ramos e do Expedicionário, ambas no centro. Visite a Igreja-Matriz, o centro de cultura, o horto florestal, o café colonial Ponto 48 e a Choperia Alemã, localizada na antiga estação ferroviária. 

Natureza - Por sua topografia acidentada, característica da região, Videira possui muitos atrativos naturais: rios, cascatas e áreas verdes. Vários sítios e fazendas da região são excelentes para a prática do turismo rural, com direito à gastronomia típica, vinho artesanal, produtos coloniais, passeios, trilhas e visita a pomares. 

Cultura e Eventos - A Festa da Uva, que acontece desde 1942, resgata a memória dos primeiros moradores com a animação italiana característica. A música é destaque, com os violinos e flautas-doces, assim como o canto e, claro, o vinho. Em fevereiro, a Festa da Vindima comemora a colheita da uva e conduz o visitante à época da colonização, com a reprodução fiel do processo de produção, o uso de trajes típicos e outros hábitos ancestrais. 

Infra-estrutura turística - Videira tem boa rede hoteleira e gastronômica, além do café colonial típico italiano, no Ponto 48, e as inúmeras vinícolas familiares do Interior. 

 

Eu pensei em escrever esse post porque as minhas primas de Videira, cidade da minha mãe, do meu pai e de toda a minha família, vieram passar essa semana aqui em casa, durante uma conversa sobre os alagamentos em SC nós vimos fotos de Videira que esta sofrendo um pouco com as chuvas pois a cidade é cortada por um rio que esta quase transbordando, então com o intuito de homenagear e informar sobre as belezas e curiosidades dessa cidade que amo tanto pesquisei sobre a história e curiosidades sobre a cidade espero que vocês tenham gostado.

Por: Luisa Sinzker Fantin

Síndrome de Pica…

Pessoas que comem coisas que não se come - terra, carvão, fezes…

As pessoas que sofrem da Síndrome de Pica (é esse o nome mesmo) mal comem de tudo - menos coisas que não são comida.

Pica é o nome de uma síndrome muito rara em que a pessoa desenvolve uma vontade de comer coisas que não foram feitas para serem comidas, como, por exemplo, terra, carvão, papelão ou fezes de animais.
É mais comum que ela ocorra em crianças de idade entre 1 e 6 anos ou, então, em mulheres grávidas.
Acredita-se que a Pica decorra da falta de ferro ou zinco no organismo, mas não existe um teste que confirme a ocorrência da moléstia. 
É caracterizada pela ingestão de objetos esquisitos por pelo menos um mês – botar na boca e cuspir não é Pica.
Em geral, a ocorrência desta síndrome dura poucos meses e depois desaparece, podendo ou não retornar.

Espero que o texto tenha sido útil caso você tenha ou conheça alguem com essa doença (espero que não) e/ou interessante.

Por:Luisa Sinzker Fantin

O projeto de lei n. 603, de 2011, do Sr. Rubens Bueno, trata das condições de trabalho do cidadão brasileiro. O que mais espanta nesse projeto está no artigo 1, inciso 2, alínea III e VI em que a lei procura garantir condições humanas de trabalho como água potável, banheiro, kit de primeiros socorros entre outras, no local de trabalho.

Mesmo assim, muitos trabalhadores, na maioria das vezes no campo, são encontrados nas condições desumanas que a lei citada penaliza. Esses trabalhadores sofrem o que chamamos de escravidão moderna.

A escravidão moderna se baseia na procura dos muitos cidadãos que vivem em estado de extrema miséria ao ponto de até a condição de escravo seja vantajosa.

O principal problema desse tipo de escravidão é a forma com que os “escravos” são tratados, podendo até caracterizá-la como cruel quando comparada com a escravidão da época de Brasil colônia. Essa crueldade é explicada quando se pensa que, antigamente, o escravo era um produto e tinha valor comercial, já hoje em dia, devido ao grande índice de pessoas que vivem em miséria extrema, esses escravos podem ser substituídos com facilidade, por isso, muitos são submetidos a exaustivas horas de trabalho e até morrem.

Em que país estamos vivendo se nós, brasileiros, temos que garantir pela lei simples condições humanas em que é necessário apenas o mínimo de bom senso para que tais condições possam ser garantidas.

Mateus Brixi